Amigo Rico: Capítulo 1

Por que uns sim e outros não? A decisão é sua!

Era uma manhã quente e úmida, como tantas outras em Porto Feliz. Sentado perto da janela de seu pequeno escritório, Marcelo estava completamente desanimado. Dono de uma pequena empresa individual de webdesign, contemplava com tristeza a bagunça em cima de sua mesa de trabalho e a pilha de jornais e revistas velhos que se encontravam no chão. Chamar aquilo de escritório, era na verdade um elogio. Tratava-se de uma mesa e um computador, ocupando um canto da sala de estar em seu apertado apartamento de um dormitório. Na tela do computador, o esboço inicial de um website.

De vez em quando Marcelo olhava angustiado para o monitor. Lembrava que precisava trabalhar, acabar o website que estava desenvolvendo. Somente assim, poderia cobrar seu cliente e comprar algumas coisas para por na geladeira. Isso é que ele devia estar fazendo. Criando uma figura aqui, definindo um banco de dados, montando uma animação de entrada, em suma, preparando o website para a entrega. Mas não era o que fazia. Indiferente ao que devia fazer, permanecia apaticamente olhando pela janela. Sua mente estava preocupada com um problema sem solução aparente. Nada parecia tira-lo do estado catatônico em que se encontrava.

Marcelo morava no centro da cidade. Garotos passavam o dia inteiro brincando na pracinha em frente ao prédio, indiferentes a tudo e a todos, concentrados apenas em se divertir. Normalmente faziam muito barulho e constantemente tiravam a concentração de Marcelo, mas hoje ele parecia não se importar com nada disso. Executivos passavam apressados para lá e para cá. Motoboys rasgavam as ruas com suas motos barulhentas, correndo para entregar aquela pizza ainda quente para o cliente.

Merece alguns comentários o lugar em que Marcelo vive. Porto Feliz é uma cidade como muitas outras deste país. Nem tão grande nem tão pequena. Nem tão rica, nem tão miserável. Podia ser a cidade em que você mora. Cheia de coisas para se fazer quando se tem algum dinheiro sobrando para gastar. Havia muita riqueza para ser conquistada, mas nem tantas pessoas preparadas para isso. Nas ruas da cidade circulavam grandes carros de luxo e pequenos carros populares. Lado a lado, disputando todos os espaços em pequenas ruas e em largas avenidas. Da janela do apartamento dava para ver um pouco do movimento. Morava próximo da Catedral Metropolitana, com sua belíssima torre despontando no limpo azul do céu. Em frente à igreja, mendigos faziam fila para receber um prato da sopa, distribuído todos os dias por uma entidade beneficente. Porto Feliz é assim – luxo e miséria convivendo juntos nos mesmos espaços. Uns com tanto e outros com tão pouco. Mas sempre com todos se ajudando, buscando tornar a cidade um lugar melhor para se viver.

Marcelo estava completamente absorvido por seu próprio problema para ouvir ou prestar atenção ao que acontecia à sua volta. Foi o blim-blom de sua campainha que o arrancou do devaneio. Ele caminhou até a porta e lá estava seu melhor amigo, Paulo.

– Marcelo, grande amigo. Que bom te ver assim cheio de saúde – falou Paulo, com todo o entusiasmo que lhe era peculiar. – É bom saber que meu amigo está passando por uma boa fase, de outra forma, estaria trabalhando no computador e não divagando sobre a vida, sentado na janela. Aproveitando essa tua boa fase, quem sabe tu não tens cinqüenta reais para me emprestar? Daqui a três dias recebo meu salário e te pago o empréstimo.

Paulo estava com uma aparência ótima, com um grande sorriso otimista. Sabia que Marcelo não iria lhe deixar na mão. Muitas vezes Paulo fez o mesmo pelo amigo. O fluxo de caixa dos dois nunca foi lá essas coisas, mas nesse último ano a coisa estava cada vez mais complicada para eles.

– Coitado de ti. –respondeu Marcelo. – Que não tem dinheiro para pagar o almoço de hoje. Infelizmente, somos dois. Não tenho um mísero real no bolso. Felizmente ainda tenho alguns pães e um pouco de presunto e queijo na geladeira. Senta na mesa enquanto eu busco os pratos. Me acompanha em um almoço improvisado. Minha esposa foi até a padaria buscar um refrigerante, assim, teremos até mesmo algo para beber.

– O quê!? – Paulo estava realmente surpreso. – Não tem um único real na carteira, e fica parado olhando o mundo pela janela! Por que não terminou aquele website? – perguntou apontando para a tela do computador. – Vai almoçar apenas um sanduíche? Você nunca foi assim, amigão. Onde está a sua força de vontade? Que desgraça aconteceu que ninguém me disse nada?

– Deve ser isso, deve ser alguma desgraça das grandes – disse Marcelo, concordando. – Hoje pela manhã ligaram do banco e disseram que eu havia ganho um sorteio do plano de capitalização que havia comprado a mais de dois anos. Que o prêmio era de dez milhões de reais. Imagina só, o que eu faria com todo esse dinheiro. Me imaginei comprando um carro de luxo e um apartamento novo. Pensei na viagem à Europa que sempre sonhei em fazer com toda a família. Em como poderia comprar um novo computador, bem mais potente para poder fazer trabalhos mais elaborados. Depois pensei que isso nem teria muita utilidade, quem iria querer fazer trabalhos mais elaborados com dez milhões na conta do banco? Minha vida estava resolvida, finalmente. Havia ficado milionário. E então, dois minutos após, ligam novamente do banco dizendo que foi engano. Que o fax que haviam recebido da matriz estava borrado e um funcionário leu o número errado da conta. O sorteado tinha conta na mesma agência que eu, nesta nossa cidade, mas infelizmente não era eu o felizardo. Em um instante eu senti a felicidade de ter tudo que sempre quis. No momento seguinte, voltei a ser o nada de sempre. Preocupado em acabar um website que me permita comprar uns bifes e um pouco de arroz. Torcendo para que ainda sobre o suficiente para pagar a conta do telefone, que já está atrasada alguns dias.

– Tudo bem. Foi uma grande emoção e deu para pensar em um monte de coisas que fazem parte dos teus desejos. Mas porque ficar tão deprimido se tua situação na realidade nunca mudou? Por que não aproveitar o prazer que tiveste ao sonhar alto e usar ele como impulso para fazer cada vez mais e melhor? Afinal de contas, continua tudo a mesma coisa. Sempre vivemos meio no aperto, mas nunca nos faltou comida na mesa. Mesmo que de vez em quando esta se resuma a alguns sanduíches e um suco barato.

– O problema é exatamente este. Quando me dei conta que não tinha nem um centavo no bolso fiquei revoltado com nossa situação. Nossa, por que não estou sozinho nisso, amigo. Estamos os dois no mesmo barco. Estudamos juntos quando éramos apenas dois fedelhos. Na adolescência, nos divertimos muito e freqüentamos muitas festas juntos. Depois de adultos, continuamos grandes amigos, nos encontrando com freqüência para uma boa conversa ou para assistir os jogos de nosso time de futebol. Temos sido bons pais e bons maridos. Trabalhamos duro e gastamos nosso dinheiro com as coisas que gostamos. Ganhamos muito dinheiro nos últimos anos, mas só sonhando poderíamos conhecer as alegrias de ser um milionário. Que droga, não somos nada! Vivemos em uma das melhores cidades do mundo. Cheia de vida, com pessoas precisando de nossos serviços e com oportunidades para todos que não têm medo de arregaçar as mangas e trabalhar com seriedade. Tanta riqueza passando por nossos olhos e nós, a ver navios. Depois de praticamente trinta anos de trabalho árduo, meu melhor amigo se acha sem um tostão e me procura pedindo: “Não teria cinqüenta reais para me emprestar por uns dias, até eu receber meu salário?” E o que eu respondo? “Claro amigão. Faz o seguinte, leva cem, para não correr o risco de faltar, compra algum presentinho para tua esposa?” Não, simplesmente admito que minha carteira está tão vazia quanto a tua. O que é isso? Porque não podemos ganhar dinheiro suficiente para não ter que passar por essa situação constrangedora?

– Puxa, Marcelo. Nunca te vi falando assim em todos esses anos que somos amigos. E olha que faz tempo, são mais de quarenta anos de amizade. – Paulo estava bastante perplexo. O amigo que sempre foi otimista, que sempre acreditou que as coisas boas podem demorar um pouco, mas sempre acabam acontecendo, estava perdendo a fé.

– É que na verdade, nunca pensei assim. Trabalho todos os dias até altas horas da noite para criar os mais fantásticos websites que os clientes possam esperar, esperando com toda a fé que um dia alguma força superior reconheça meu trabalho e me envie alguma compensação. Pois nunca aconteceu. Apesar de todo meu esforço esses anos todos, finalmente me convenci de que não adianta nada. Por mais que eu trabalhe e por mais que eu ganhe, sempre me falta dinheiro para pagar as contas no fim do mês. É por isso que estou tão desolado. Quero ser um homem rico. Quero uma bela casa e carro do ano na garagem, quero roupas da moda e dinheiro no bolso, muito dinheiro no bolso. Mais que isso, quero que minha esposa use as mais belas jóias, que meus filhos freqüentem as melhores escolas e possam ter o mais moderno videogame. Quero levar minha família para conhecer outros países e outras culturas. Estou disposto a trabalhar com toda a força dos meus músculos, com toda a perícia das minhas mãos, com toda a sagacidade do meu pensamento, mas quero que os resultados do meu trabalho sejam compensadores. Qual é o problema com a gente? É essa a minha pergunta! Por que não podemos ter a nossa parte nas riquezas do mundo?

– Se eu soubesse… – replicou Paulo. – Estou tão insatisfeito quanto você. Meus salário na loja de eletrodomésticos acaba sempre um pouco antes do fim do mês. Por sorte ainda tenho o nome limpo na praça e consigo jogar as contas com o limite do cheque especial. Muitas vezes tenho que fazer bicos aqui e ali para não faltar comida em casa. Está cada dia mais difícil encher o tanque do carro, tanto que nem sei se não terei que vendê-lo em breve. Além disso, sonho sempre em abrir minha própria loja de eletrodomésticos. Sei que teria que trabalhar muito, mas o prazer de ser o dono da minha lojinha me deixa feliz só de imaginar. Ser gerente na loja dos outros até que é bom, mas o sonho de ser dono do próprio negócio nunca me saiu da cabeça.

– Pois é, merecemos tudo isso. Mas como fazer se mal conseguimos o suficiente para comer? O que falta saber para que a vida se torne um pouco mais divertida e fácil. Como acabar com essa situação de penúria em que nos encontramos. Ouça o sino, veja aqueles homens na porta da Catedral.

Ele apontou na direção da igreja, onde estavam vários mendigos pedindo esmolas. Havia também alguns flanelinhas correndo junto aos carros, pedindo um troco para “ficar bem cuidado.”

– Veja todos esses homens passando apressados pelas calçadas. – Paulo entrou no ritmo do amigo, tentando completar o que ele queria dizer.

– Homens que acham que são livres, com seus empregos relativamente seguros, seus horários rígidos e suas horas de almoço cada dia mais corridas. – Marcelo falava cada vez mais alto, quase gritando

– Quase todos eles com o mesmo problema que nós. – completou Paulo, satisfeito com seu entrosamento com o amigo, apesar de só completar-lhe os pensamentos.

– Há muita gente boa ali, – acrescentou Marcelo, concordando com o amigo – homens como nós. Imigrantes europeus, descendentes de índios, africanos e asiáticos. Todos se dirigindo a seus empregos, incansavelmente, dia após dia, ano após ano. Nenhuma expectativa quanto a um futuro diferente. Vivendo essa rotina diária quase sem se darem conta. Coitados desses pobres trabalhadores, Paulo!

– Coitados, realmente. Mas parece que não somos muito melhores que eles, embora nos consideremos mais independentes. Você, com sua pequena empresa de criação de websites e eu com meu emprego de gerente numa loja de eletrodomésticos. Temos alguma flexibilidade nos horários, benefício que eles não dispõem, mas ao mesmo tempo acabamos trabalhando bem mais horas por dia que nossos colegas. E ainda temos as mesmas contas para pagar no fim do mês.

– É verdade, Paulo. Por mais desagradável que seja esta verdade. Não queremos continuar com esta vida de escravos. Trabalho, trabalho, trabalho! Sempre e cada vez mais, trabalho. Precisamos descobrir como os ricos conseguem enriquecer e fazermos como eles. Deve existir algum segredo que eles saibam e a grande maioria de nós nem imagina – completou Marcelo, pensativo.

Quando mais jovens eles sempre conversavam sobre isso. Sobre alguma fórmula mágica que permitisse que qualquer um pudesse viver sem precisar trabalhar. Queriam se aposentar aos quarenta anos, para então poder aproveitar a vida. Agora, com meio século de existência, não podem deixar de trabalhar um dia sequer. Quando muito, conseguem emendar o Natal e o Ano Novo para uma semana completa de férias no fim do ano.

– Só pode ser isso! – lembrou Paulo – Hoje pela manhã cruzei com nosso antigo colega de escola, o Ricardo, desfilando em uma belíssima Ferrari vermelha. Nem sabia que tinha um carro desses circulando por nossa cidade, quanto mais com um amigo nosso sentado ao volante. Pensei que ele nem iria prestar atenção em mim, mas muito pelo contrário, parou na beira da calçada, me cumprimentou, perguntou como estavam as coisas e me desejou um bom dia de trabalho. Apesar de toda a riqueza que ele conseguiu juntar ao longo desses anos todos, ele continua o bom e velho Ricardo de sempre. O sucesso não lhe subiu à cabeça.

– Ele enriqueceu bastante rápido. – comentou Marcelo – Lembro que ele trabalhava desde guri, quando nós ainda estávamos mais preocupados em festas e diversão. Mas parece que não ganhava muito. Até trazia seu lanche de casa, para não gastar o dinheiro no bar da escola. Hoje em dia, dinheiro é algo que não lhe falta. Quem me dera ter nas mãos apenas o saldo de uma, de suas várias contas bancárias.

– Não ia adiantar nada, – retrucou Paulo – a riqueza dele não está na carteira que carrega. Uma carteira cheia se esgota rapidamente se não houver um constante fluxo de dinheiro. O Ricardo tem rendimentos de diversos negócios, que conservam suas reservas sempre altas, por mais dinheiro que ele gaste. Ali é que se encontra o segredo da sua independência financeira. Ele descobriu como criar uma constante corrente de riquezas, que fluem todos os dias para dentro de sua carteira.

– Rendimentos, esse é o pulo do gato – exclamou Marcelo. – Quero ter uma renda fluindo continuamente para dentro da minha carteira, esteja eu olhando pela janela ou viajando a países distantes. O Ricardo deve saber como um homem pode criar uma renda recorrente, que nunca deixe de fluir, afinal, foi o que fez para si. Será que é algo que possa ser ensinado facilmente para qualquer pessoa? Mesmo que esta pessoa não seja muito boa com números, como é o meu caso?

– Parece que ele ensinou seu filho Gabriel – respondeu Paulo. – O garoto viajou para a Europa logo depois de formar-se, com umas poucas economias. Juntou dinheiro em pequenos trabalhos temporários de verão, nas férias escolares. Já na Europa, depois de diversos empregos menores, tornou-se um próspero empresário. Hoje é sócio de uma grande rede de livrarias. Um garoto bastante rico, apenas cinco anos após sua partida. Muitos pensam que ele obteve ajuda do pai, mas isso não é verdade. Não que o pai não se dispusesse a ajudar, muito pelo contrário. Ricardo daria tudo que tem para ajudar o filho. Mas o garoto sabia que o que vem fácil também vai fácil. Pediu ao pai apenas uma ajuda para comprar a passagem aérea. E mesmo essa, fez questão de pagar assim que conseguiu juntar uns trocados, trabalhando como contador em uma lojinha sem muita importância. Soube que ele foi para a Europa somente por um motivo. Provar ao pai e a si mesmo que poderia ter sucesso usando apenas o que aprendeu, mesmo em um país desconhecido, longe da influência do círculo de amizades de Ricardo.

– Paulo, acabo de ter uma idéia e tanto. – Os olhos de Marcelo brilhavam. – Não nos custa nada fazer algumas perguntas a um velho amigo da escola. E o Ricardo sempre foi um bom companheiro para nós dois. Não interessa o fato de estarmos completamente sem dinheiro. Isso não deve e não pode nos deter. Cansamos de não ter dinheiro no meio de tanta prosperidade. Queremos ficar milionários. Vamos, agora é a hora de falarmos com o Ricardo e perguntar para ele como podemos adquirir uma renda constante e alta o suficiente para garantir nosso futuro. Acabo de me dar conta de uma coisa, descobri por que nunca encontramos a verdadeira riqueza! Note que sempre conseguimos aquilo que buscamos. Eu, trabalhando até altas horas da noite, fiz os mais belos websites da Internet. Para conseguir isso, tive que usar meus melhores esforços. Até que tive êxito, sou bastante reconhecido entre meus colegas de profissão, tenho um nome relativamente famoso neste meio. Alguns garotos inclusive vêm a mim para pedir dicas de como começar. Já você, começou humildemente como Office-boy no escritório da loja em que hoje ocupa a gerência. Descobriu cedo que gostava da área de vendas e pediu uma chance como vendedor. Seu chefe, vendo o quanto você estava empolgado com aquilo, deu-lhe a oportunidade de trabalhar na maior loja da rede, onde você pôde crescer e se tornar o melhor vendedor. Daí para a gerência da loja foi um pulo. Agora é apenas questão de tempo para se tornar o gerente de toda a rede de lojas.

– É verdade! – gritou Paulo. – Nas coisas em que aplicamos nossa força de vontade tivemos sucesso. As coisas parecem acontecer quando vamos em busca delas. Nós é que nos conformamos com nossa realidade medíocre e não fizemos nada mais para descobrir o que estava faltando. Pensávamos que o que faltava era dinheiro, mas não é só isso. Agora, finalmente, vemos uma luz no fim do túnel. Ela nos indica que devemos aprender mais para prosperar mais. Com esta nova compreensão sobre o que é necessário, acharemos os caminhos necessários para a realização dos nossos desejos. Vamos agora mesmo falar com o Ricardo – insistiu Paulo. – Vamos convidar outros amigos nossos que também não conseguiram muita coisa na vida, para que todos possamos aprender juntos estas novas lições.

– É isso aí Paulo! Vamos aprender o que nos falta saber. Vamos descobrir o que é necessário para atingirmos a tão sonhada independência financeira. Vamos descobrir o que precisamos saber para poder criar diversas fontes de renda, recorrentes e por toda a nossa vida. Não apenas isso, mas vamos aprender o suficiente para poder criar uma fortuna que perdure por muitas gerações após a nossa. Que nossos filhos tenham um futuro brilhante construindo sobre nossos alicerces.

Neste dia não almoçaram. A descoberta que fizeram alimentou suas almas. Quando Roberta chegou com o refrigerante que havia ido buscar, Marcelo e Paulo já estavam de saída. Seria um dia bastante animado para os dois amigos. Este era o dia em que eles resolveram tomar conta da situação. Deixar de ser duas ovelhinhas tímidas no meio do rebanho, levadas pelo pastor da vida. Decidiram ser eles os pastores. Decidiram levar a vida ao invés de serem levados por ela.

Eles tomaram a decisão!

Obrigado por lerem até aqui. Espero que tenham gostado. Sintam-se à vontade para enviar críticas e/ou sugestões.

Um grande abraço,
Fabricio Peruzzo.

5 pensamentos em “Amigo Rico: Capítulo 1”

  1. Fabricio,

    Parabéns esta esta sendo uma leitura com gosto de quero mais, umas das poucas que li até hoje com este gostinho.

    Abraços

    Bruno Souza.

  2. Fabrício,
    Achei essa história tão interessante, que gostaria de saber o desfecho final,
    tem como?
    O que você quer nos ensinar baseado nessa história?
    Um abraço!
    WALTENCYR

  3. Rapaz estou lendo pois creio que você pode ser o amigo que vai me ensinar o segredo de como ficar rico. Será isso?

  4. Parabéns pela iniciativa Fabricio, está criando um belo texto, tem uma ótima sequência, acredito que a continuidade será tão boa quanto este trecho e até o final muitas pessoas irão aprender muito sobre educação e independência financeira, pesista pois no futuro poderá lançar seu próprio livro.

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